Paraisópolis e o sentido de Relacões Públicas para o terceiro setor

Pode soar estranho, mas assim como corporações dos mais variados segmentos, organizações sem fins lucrativos e projetos sociais cada vez mais dependem de uma estratégia de relações públicas bem aplicada para continuarem existindo.

O motivo principal é que em um cenário de crise econômica, leis de incentivo em cheque e inúmeras iniciativas positivas, a missão de captar recursos financeiros, doações ou obter apoio institucional se torna cada vez mais complexa. E é aí que a comunicação passa a ser a figura central para garantir uma mobilização que gere resultados efetivos.

Paraisópolis: uma parceria com o Terceiro Setor

A segunda maior favela de São Paulo, Paraisópolis (zona sul de São Paulo) é um case do qual nos orgulhamos. Uma parceria que teve início há seis anos, com a inauguração da primeira agência bancária na região, passou pela novela que trouxe em seu título e seu enredo a essência do local e contemplou inúmeras ações de ativação, relacionamento e conteúdo para imprensa, influenciadores e doadores (empresas e público final) para assegurar o desenvolvimento de projetos educacionais, culturais, esportivos e de formação profissional totalmente apoiados pela iniciativa privada e que garantem o atendimento a milhares de crianças, jovens e adultos dentre os mais de 100 mil moradores da comunidade. Resultados que têm em comum a força de uma estratégia de RP capaz de mobilizar diferentes forças e vozes para promover o bem.

Certamente cada iniciativa de comunicação adotada para Paraisópolis merece ser explorado individualmente e em detalhes aqui. Mas, por ora, a dica é conferir o vídeo que fizemos sobre o trabalho de comunicação para o terceiro setor, que destaca a essência da relevância das relações públicas para muito além do segmento corporativo empresarial:

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